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O Tremor assume como missão central ser um motor de renovação do tecido artístico dos Açores, posicionando-se como uma plataforma estratégica de apoio à criação em diálogo direto com as comunidades locais. O festival transforma a ilha de São Miguel num "estaleiro de criação", onde a nova música açoriana ganha um palco de destaque em igualdade com os fluxos culturais globais.
Um dos eixos fundamentais deste apoio assenta no pilar da criação artística, que recorre a residências para potenciar o encontro entre artistas locais e visitantes. Exemplo disso é a duradoura colaboração com a Escola de Música de Rabo de Peixe, banda residente do festival que, ao longo dos anos, tem trabalhado com artistas de várias geografias na criação de espetáculos originais para o evento. Sob esta mesma lógica colaborativa e inclusiva, o festival impulsionou o coletivo Som Sim Zero. Este projeto agrega a estrutura ondamarela, elementos da Associação de Surdos da Ilha de São Miguel e músicos locais, sendo responsável, desde 2019, por espetáculos multidisciplinares desenhados a partir das vivências e ideias de quem habita a ilha.
O comprometimento com o desenvolvimento do capital humano e artístico do arquipélago é reforçado pelo Faísca, uma convocatória que seleciona quatro artistas ou bandas dos Açores para integrarem o cartaz do festival, proporcionando-lhes janelas de visibilidade essenciais. Esta estratégia de apoio estende-se à parceria com a Rádio Vaivém, que promove a estreia de artistas emergentes, e ao Ciclo, um espaço de formação desenvolvido em colaboração com o Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas. Este último foca-se na capacitação de agentes culturais residentes, fortalecendo de forma direta o ecossistema local.
Ao integrar os criadores em circuitos de concertos, exposições e projetos comunitários, o Tremor garante que a "açorianidade" deixe de ser um mero tema para se tornar numa força ativa na construção do futuro cultural da região.