O Tremor volta em 2021 a São Miguel, nos Açores

Edição limitada de bilhetes para dia 10 e 11 de Setembro disponíveis.

Depois do ano de 2020 nos trocar as voltas, o Tremor está de regresso a São Miguel em setembro de 2021. Um Tremor diferente mas que mantém a estrutura basilar que tem vindo a consolidar a sua imagem de marca: a procura por novas formas de leitura sobre o território patrimonial e histórico dos Açores e a criação de espaços de diálogo entre artistas locais e os de outras paragens. A ter lugar entre os dias 7 e 11 de Setembro, o evento privilegia, este ano, os espaços exteriores e apresentar-se-á nas cidades de Ponta Delgada, Ribeira Grande e Vila Franca do Campo, a par das várias propostas de descoberta e interação com o território e o já habitual programa familiar do Mini-Tremor. 

Completando o seu trabalho de ligação com a comunidade, o Tremor integrará um total de três residências artísticas, que vão propor criações e espectáculos inéditos nas áreas da música, assim como o Tremor Todo-o-Terreno, proposta de caminhada na natureza sonorizada por uma criação musical site-specific, que culmina com uma apresentação, ao vivo, do trabalho realizado. No alinhamento de concertos, um total de 27 artistas renovam a aposta do festival na diversidade e voltam a trazer aos Açores artistas de várias gerações, géneros e espaços geográficos. 

Alinhada com as exigências dos tempos que vivemos a edição 2021 do festival vai replicar as sessões especiais do Tremor Todo-o-Terreno, por forma a que todos os portadores de bilhete possam ter acesso às mesmas, vai integrar palcos de exterior para os dois últimos dias de concerto e implementará um conjunto de iniciativas e parcerias que promovem um comportamento sustentável e de respeito para com a natureza da ilha de São Miguel. Para além do kit Tremor (tote bag e cantil) a comunicação das actividades será desmaterializada, passando a aplicação mobile do festival a ser o ponto de referência para informações e inscrições dos festivaleiros. A par da informação referente às actividades do evento, a aplicação integrará ainda um guia de sugestões com 6 tipos de actividades e 4 coordenadas geográficas, para actividades, espaços e restaurantes localizados na ilha. 

#tremoréamor 

7 set.
19:00
Teatro Micaelense
Jerry the Cat + Escola de Música de Rabo de Peixe
Jerry the Cat + Escola de Música de Rabo de Peixe @ Teatro Micaelense

A colaboração entre o Tremor e a Escola de Música de Rabo de Peixe é uma história de talento, dedicação, inovação e transformação pela arte. Para a edição 2021, Jerry The Cat junta-se ao projecto micaelense para o espectáculo de abertura do festival que terá no jazz a matéria de negociação e exploração. 

Produtor e músico, Jerry the Cat (Jerrald James) é um talentoso percussionista e DJ reconhecido internacionalmente pelo seu sentido de ritmo e a forma, quase orgânica, com que nos entrega música exótica. Circulando pelas mais diversas áreas artísticas (cinema, teatro e música), tem demonstrado uma impressionante capacidade de se instalar em qualquer espaço musical e de, a partir daí, criar as mais diversas atmosferas musicais.

Enquanto dj usa, como poucos, a tensão como método de exploração para a criação de ambientes sonoros pintados a elementos tribais, como músico tem ingressado no alinhamento de concertos de um vasto número de profissionais: do jazz ao funk, do blues à disco, do rock à electrónica. Ao longo da sua carreira tocou e colaborou com nomes como Derrick May, Carl Craig, Roger Sanchez, Moodymann (Kenny Dixon Jr.), Theo Parrish, Little Louis Vega, Cassius, Loosers, Audiopath (SHIFT), Steve Bird, entre outros. 

Desde a sua 3.ª edição que o Tremor trabalha com a Escola de Música de Rabo de Peixe (EMRP), facultando a este projecto com 70 alunos de jazz o encontro com novos artistas e o acesso a experiências únicas, técnicas e repertórios. A EMRP visa contribuir, através da educação pela música, para o desenvolvimento de crianças e jovens oriundos desta comunidade desfavorecida da ilha.

7 set.
21:00
Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas
Filho da Mãe + Norberto Lobo + Ricardo Martins
Filho da Mãe + Norberto Lobo + Ricardo Martins @ Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas

Norberto Lobo e Filho da Mãe são dois dos mais respeitados músicos portugueses da actualidade, tomando a guitarra como o instrumento através do qual reinventam o mundo, tocando o universo de quem os ouve e acompanha. Donos de uma linguagem em constante estado de ebulição, conquistaram com os seus discos alguns dos mais disputados tops da crítica musical e, com isso, o respeito alargado de público e pares. Para esta criação especial no Tremor, juntam-se a Ricardo Martins, um dos mais interessantes e multifacetados bateristas a operar em solo luso. O espectáculo, primeiro capítulo deste encontro, contará com uma apresentação visual a ser desenvolvida em diálogo com a música.

7 set.
23:00
Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas
Larry Gus
Larry Gus @ Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas

Quando Panagiotis Melidis, o produtor que grava como Larry Gus, começou a editar discos, as suas criações expressavam um gosto particular pela criação de uma manta densa de retalhos e samples que sumarizassem a música que andava a ouvir. Coleccionando artefactos daqui e ali, da disco à soul, do hip-hop à psicadelia, se há coisa que podemos dizer em sua defesa é que, de 2006 até hoje, a sua música é um testamento sobre a capacidade que tem de transformar o velho no novo, abrindo portas a um mundo que parece distante daquele com que nos deparamos à partida. Subservient, o mais recente disco editado via DFA Records, não é só o seu disco mais pop, é também o primeiro em que o grego constrói tudo do zero, sem recurso a qualquer sample alheio. Cantado em inglês e grego, Subservient caminha na corda banda das fronteiras, entre o pop e o folk grego, entre a ansiedade e a empatia, conceptualmente recapitulando a vida de Gus enquanto pai, marido, artista e humano, num país ainda a apagar os fogos da sua mais mediática crise económica.

8 set.
09:00
Reserva Florestal de Recreio do Viveiro das Furnas
Entrance / in trance, por Beatriz Brum e João Pais Filipe (Co- Produção Artworks)
Entrance / in trance, por Beatriz Brum e João Pais Filipe (Co- Produção Artworks) @ Reserva Florestal de Recreio do Viveiro das Furnas

8, 9, 10 e 11 de Setembro
Visitas: 09:00 - 16:00
​Entrada livre

Este conjunto de quatro obras nasce como resposta ao desafio de potenciar a conexão do Homem com a Natureza. Esta relação é feita através do som dos gongos, produzidos por João Pais Filipe, que nos transporta para uma dimensão e frequência que reforça a imersão com o mundo natural e transcendental. A esta experiência, junta-se Beatriz Brum, que através de elementos visuais e escultóricos cria portais, que dialogam diretamente com a viagem sonora e a Natureza envolvente.

8 set.
09:00
Reserva Florestal de Recreio do Cerrado dos Bezerros
Entrance / in trance, por Beatriz Brum e João Pais Filipe (Co- Produção Artworks)
Entrance / in trance, por Beatriz Brum e João Pais Filipe (Co- Produção Artworks) @ Reserva Florestal de Recreio do Cerrado dos Bezerros

8, 9, 10 e 11 de Setembro
Visitas: 09:00 - 16:00
​Entrada livre

Este conjunto de quatro obras nasce como resposta ao desafio de potenciar a conexão do Homem com a Natureza. Esta relação é feita através do som dos gongos, produzidos por João Pais Filipe, que nos transporta para uma dimensão e frequência que reforça a imersão com o mundo natural e transcendental. A esta experiência, junta-se Beatriz Brum, que através de elementos visuais e escultóricos cria portais, que dialogam diretamente com a viagem sonora e a Natureza envolvente.

8 set.
09:00
Reserva Florestal de Recreio da Chã da Macela
Entrance / in trance, por Beatriz Brum e João Pais Filipe (Co- Produção Artworks)
Entrance / in trance, por Beatriz Brum e João Pais Filipe (Co- Produção Artworks) @ Reserva Florestal de Recreio da Chã da Macela

8, 9, 10 e 11 de Setembro
Visitas: 09:00 - 16:00
​Entrada livre

Este conjunto de quatro obras nasce como resposta ao desafio de potenciar a conexão do Homem com a Natureza. Esta relação é feita através do som dos gongos, produzidos por João Pais Filipe, que nos transporta para uma dimensão e frequência que reforça a imersão com o mundo natural e transcendental. A esta experiência, junta-se Beatriz Brum, que através de elementos visuais e escultóricos cria portais, que dialogam diretamente com a viagem sonora e a Natureza envolvente.

8 set.
09:00
Reserva Florestal de Recreio da Cancela do Cinzeiro
Entrance / in trance, por Beatriz Brum e João Pais Filipe (Co- Produção Artworks)
Entrance / in trance, por Beatriz Brum e João Pais Filipe (Co- Produção Artworks) @ Reserva Florestal de Recreio da Cancela do Cinzeiro

8, 9, 10 e 11 de Setembro
Visitas: 09:00 - 16:00
​Entrada livre

Este conjunto de quatro obras nasce como resposta ao desafio de potenciar a conexão do Homem com a Natureza. Esta relação é feita através do som dos gongos, produzidos por João Pais Filipe, que nos transporta para uma dimensão e frequência que reforça a imersão com o mundo natural e transcendental. A esta experiência, junta-se Beatriz Brum, que através de elementos visuais e escultóricos cria portais, que dialogam diretamente com a viagem sonora e a Natureza envolvente.

8 set.
10:00
Localização Secreta
Tremor Todo-o-Terreno: Luís Senra, Sofia Caetano e PMDS
Tremor Todo-o-Terreno: Luís Senra, Sofia Caetano e PMDS @ Localização Secreta

Inscrição obrigatória

Cada portador de bilhete "Tremor - Passe Geral", apenas se pode registar numa sessão. Caso se registe em mais do que uma, apenas o primeiro registo será válido, sendo os restantes cancelados.

10:00 - 8th September 

O som enleia e guia-nos, entre a luz e a escuridão, viajando pelo tempo da natureza dos nossos reflexos.

No seu regresso, o Tremor volta a afirmar-se como um evento de pessoas, caras e comunidades, uma missão que se reflete também no reforço da presença de artistas açorianos. Um desses espaços será o Tremor Todo-o-Terreno, este ano entregue à artista multimédia Sofia Caetano, ao projecto de piano e electrónica PMDS, e ao saxofonista, improvisador e performer Luís Senra. Em conjunto, imaginarão uma experiência plástica e sónica desenvolvida para um trilho pedestre específico, que culminará numa apresentação, ao vivo, na natureza.

Sofia Caetano vive e trabalha entre Pittsburgh, nos EUA, e os Açores, em Portugal. Licenciou-se em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e completou o Master of Fine Arts em Media Art na Emerson College, em Boston, nos EUA, onde mais tarde leccionou. Em 2016, juntou-se a Elliot Sheedy e fundou uma produtora, The Spectacular House, onde produz conteúdos originais. Actualmente, está a desenvolver a sua primeira longa-metragem, O Homem Mais Feliz. O seu trabalho centra-se na relação da imagem em movimento com o espectador. Explora o espaço entre a bidimensionalidade do ecrã e a tridimensionalidade da sua relação com a instalação, investigando forma e modos de apresentação.

Luís Senra é um saxofonista e free improviser micaelense, natural de Rabo de Peixe,  que tem vindo a desenvolver performances onde o foco principal é a exploração do som, das particularidades acústicas do saxofone e da forma como ele se relaciona com diferentes espaços naturais e urbanos. Desde 2017 tem estado envolvido em diversos projectos que experimentam as capacidades de diálogo da música. Como performer integrou a programação  do MIA – Encontro de Música Improvisada de Atouguia da Baleia, do Serralves em Festa, do Azores Fringe Festival e do Improv Acción. Em 2019, deu o arranque do Ciclo Performativo "Geometria Sónica" promovido pelo Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas e participou nos álbuns Cowboy Microwave Music de Elliot Sheddy e Prima Pratica da Creative Sources Recordings, ao lado de músicos como Ernesto Rodrigues, Gianna de Toni, Biagio Verdolini e Luis Couto. 

PMDS é um projecto de música electrónica ambient/techno/experimental de Pedro Sousa e Filipe Caetano. O primeiro com formação clássica em piano e o segundo com muitos quilómetros de pistas de dança; ambos com uma paixão (des)controlada por equipamento analógico, sintetizadores e gadjets sonoros. Lançaram o primeiro álbum em 2011 pela editora portuguesa Thisco e fizeram uma digressão por várias cidades portuguesas. No currículo do projecto integram-se ainda a colaboração para a criação de um tema para o Vide-O-Belisk de Nam June Paik a ser mostrado no Museu Brooks em Memphis.  Neste momento estão a preparar o segundo álbum, apostando numa sonoridade mais industrial. 

8 set.
11:00
Estúdio 13
Phobos - Orquestra robótica disfuncional, por Sonoscopia
Phobos - Orquestra robótica disfuncional, por Sonoscopia @ Estúdio 13

8, 9, 10 e 11 de Setembro
Visitas: 11:00 - 20:00
Entrada livre

Phobos é um conjunto de pequenos robots e dispositivos de geração automática de música que se agregam numa Orquestra Robótica Disfuncional, uma orquestra de estranhos instrumentos com defeitos, mutações genéticas e comportamentos errantes.

Phobos representa uma crítica da sobreposição tecnológica ao pensamento humano, da função do trabalho e das modernas formas de escravidão, fazendo também uma retrospetiva histórica das várias tentativas de libertação humana através das máquinas, das utopias tecnológicas, dos avanços e retrocessos das liberdades. O seu nome provém da mitologia grega, onde Phobos é a encarnação do medo, sendo também o nome da maior lua de Marte, condenada a desaparecer devido à proximidade da sua órbita em relação ao planeta.

8 set.
11:00
Coliseu Micaelense
Scabra Makaron Nésoi, por Débora Silva & Slim Soledad
Scabra Makaron Nésoi, por Débora Silva & Slim Soledad @ Coliseu Micaelense

8, 9, 10 e 11 de Setembro
Visitas: 11:00 - 20:00
Entrada livre

Estamos num lugar de ajuste de significados, numa viagem que confronta os séculos de proibições a pessoas dissidentes, pessoas de saberes-fazeres roubados e despedaçados.  Estamos num lugar insular de empoderamento. 

Efeitos performativos, digitais e  mágicos em loop como novas ferramentas espirituais. 

Um mantra eletronicamente texturado 

Um fálico-kitsch mineral - luciluz.  

Macaronésia é o grupo das ilhas afortunadas  por  onde começamos. 

Correntes. 

Correntes texturadas de ferro enferrujado, oxidadas pelas noites de geada e águas lávicas.

Correntes virtuais, banhadas em processos digitais de brilho e de energias descascadas. 

Correntes. 

Dildos-Talismã-Lápis-Lazúli

Dildos-Talismã 

Talismã-Lápis 

Dildos-Lazúli 

Rochas metamórficas da antiguidade com propriedades medicinais, afrodisíacas e que nos libertam do medo de sermos nós mesmas. 

De sermos nós mesmas. 

Estamos sob o efeito ressonante de um mantra maquinal e metalizado. 

Estamos sob o efeito sónico metalizado de espadas zangadas. 

Sermos nós mesmas. 

Mosaicos dançantes de corpos entrelaçados e em desconstrução de género. 

Altares mágicos da antiguidade davam coordenadas dos melhores dias para a vitória. 

Estamos num altar de vitórias. 

Afortunadas.

O cheiro imagético dos metais e os perfumes naturais levam-nos à transmutação de matérias. 

Metalurgia afortunada. 

Ferraria afortunada. 

Alquimia despedaçada. 

Afortunadas.

Espelhos ondulados como mar e rosas-lava de raízes plastificadas; um efeito de reverberação aquática como das ilhas que flutuam sobre o atlântico. 

Reina Del Mar

8 set.
11:00
vaga
ENTRE, por Grégory Le Lay
ENTRE, por Grégory Le Lay @ vaga

8, 9, 10 e 11 de Setembro
Visitas: 11:00 - 20:00
Entrada livre

Video: Diogo Sousa Aguiar

Procuro partilhar outros espaços possíveis, para traduzir a minha perceção das velocidades. Procuro um mergulhador para me aproximar da baleia. Construo narrativas porosas com materiais inertes, uma arquitetura flexível, articulações entre espaços e tempos. Polifónico do signo, organizo narrativas com objetos entre vazios. Procuro, não compreendo a máquina, o inseto recusou a tetina.

“Quem luta com monstros deve velar por que, ao fazê-lo, não se transforme também em monstro. E se tu olhares, durante muito tempo, para um abismo, o abismo também olha para dentro de ti.”

- Friedrich Nietzsche

8 set.
16:00
Localização Secreta
Tremor Todo-o-Terreno: Luís Senra, Sofia Caetano e PMDS
Tremor Todo-o-Terreno: Luís Senra, Sofia Caetano e PMDS @ Localização Secreta

Inscrição obrigatória

Cada portador de bilhete "Tremor - Passe Geral", apenas se pode registar numa sessão. Caso se registe em mais do que uma, apenas o primeiro registo será válido, sendo os restantes cancelados.

16:00 - 8th September 

O som enleia e guia-nos, entre a luz e a escuridão, viajando pelo tempo da natureza dos nossos reflexos.

No seu regresso, o Tremor volta a afirmar-se como um evento de pessoas, caras e comunidades, uma missão que se reflete também no reforço da presença de artistas açorianos. Um desses espaços será o Tremor Todo-o-Terreno, este ano entregue à artista multimédia Sofia Caetano, ao projecto de piano e electrónica PMDS, e ao saxofonista, improvisador e performer Luís Senra. Em conjunto, imaginarão uma experiência plástica e sónica desenvolvida para um trilho pedestre específico, que culminará numa apresentação, ao vivo, na natureza.

Sofia Caetano vive e trabalha entre Pittsburgh, nos EUA, e os Açores, em Portugal. Licenciou-se em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e completou o Master of Fine Arts em Media Art na Emerson College, em Boston, nos EUA, onde mais tarde leccionou. Em 2016, juntou-se a Elliot Sheedy e fundou uma produtora, The Spectacular House, onde produz conteúdos originais. Actualmente, está a desenvolver a sua primeira longa-metragem, O Homem Mais Feliz. O seu trabalho centra-se na relação da imagem em movimento com o espectador. Explora o espaço entre a bidimensionalidade do ecrã e a tridimensionalidade da sua relação com a instalação, investigando forma e modos de apresentação.

Luís Senra é um saxofonista e free improviser micaelense, natural de Rabo de Peixe,  que tem vindo a desenvolver performances onde o foco principal é a exploração do som, das particularidades acústicas do saxofone e da forma como ele se relaciona com diferentes espaços naturais e urbanos. Desde 2017 tem estado envolvido em diversos projectos que experimentam as capacidades de diálogo da música. Como performer integrou a programação  do MIA – Encontro de Música Improvisada de Atouguia da Baleia, do Serralves em Festa, do Azores Fringe Festival e do Improv Acción. Em 2019, deu o arranque do Ciclo Performativo "Geometria Sónica" promovido pelo Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas e participou nos álbuns Cowboy Microwave Music de Elliot Sheddy e Prima Pratica da Creative Sources Recordings, ao lado de músicos como Ernesto Rodrigues, Gianna de Toni, Biagio Verdolini e Luis Couto. 

PMDS é um projecto de música electrónica ambient/techno/experimental de Pedro Sousa e Filipe Caetano. O primeiro com formação clássica em piano e o segundo com muitos quilómetros de pistas de dança; ambos com uma paixão (des)controlada por equipamento analógico, sintetizadores e gadjets sonoros. Lançaram o primeiro álbum em 2011 pela editora portuguesa Thisco e fizeram uma digressão por várias cidades portuguesas. No currículo do projecto integram-se ainda a colaboração para a criação de um tema para o Vide-O-Belisk de Nam June Paik a ser mostrado no Museu Brooks em Memphis.  Neste momento estão a preparar o segundo álbum, apostando numa sonoridade mais industrial. 

8 set.
18:00
Jardim António Borges
Tremor na Estufa
Tremor na Estufa @ Jardim António Borges

 

É uma aventura: o público é convidado a embarcar numa viagem que o leva a um local secreto na ilha de São Miguel, para um concerto surpresa. Os participantes são informados da localização no próprio dia, podendo chegar de meios próprios ou autocarro . Aconselha-se a levar guarda-chuva, casaco, capa para a chuva e calçado confortável. É obrigatório portar identificação, e é expressamente proibido beber e fumar nos lugares, bem como trazer alimentos e bebidas. A entrada será sujeita a revista. Todos os dias, às 11:00 da manhã será revelado o horário e local através de todas as plataformas @tremorpdl .  Aconselhamos a partilha de veículos para as deslocações.

8 set.
19:00
Estúdio 13
Performance - Phobos - Orquestra robótica disfuncional, por Sonoscopia
Performance - Phobos - Orquestra robótica disfuncional, por Sonoscopia @ Estúdio 13

Performance ao vivo

Phobos é um conjunto de pequenos robots e dispositivos de geração automática de música que se agregam numa Orquestra Robótica Disfuncional, uma orquestra de estranhos instrumentos com defeitos, mutações genéticas e comportamentos errantes.

Phobos representa uma crítica da sobreposição tecnológica ao pensamento humano, da função do trabalho e das modernas formas de escravidão, fazendo também uma retrospetiva histórica das várias tentativas de libertação humana através das máquinas, das utopias tecnológicas, dos avanços e retrocessos das liberdades. O seu nome provém da mitologia grega, onde Phobos é a encarnação do medo, sendo também o nome da maior lua de Marte, condenada a desaparecer devido à proximidade da sua órbita em relação ao planeta.

8 set.
21:00
Teatro Micaelense
Luis Gil Bettencourt
Luis Gil Bettencourt @ Teatro Micaelense

Luís Gil Bettencourt é indubitavelmente um dos nomes maiores do imaginário musical ilhéu. Nasce na Base das Lajes a 26 de Junho de 1956, oriundo de uma família de músicos da ilha Graciosa contratados pelos militares americanos para compor uma Big Band nessa década. Com a colaboração comum de seus irmãos Paulo, Nuno e Roberto bem como a filha Maria Bettencourt, Luís é dono de uma base musical bastante eclética que tem no rock a sua pedra basilar. Ao longo do seu percurso descobre a Viola da Terra de Dois Corações, a partir da qual constrói a banda sonora da série televisiva Xailes Negros. Também com o instrumento típico da cultura açoriana, à qual juntou o adufe, compõe a banda sonora para um documentário sobre a vida de José Saramago. Actualmente, e ao lado da filha, leva a viola da terra até aos palcos de Hollywood, Londres e Nova Iorque.

8 set.
22:00
Coliseu Micaelense
CZN
CZN @ Coliseu Micaelense

Os últimos anos têm sido ocupados para João Pais Filipe. Da edição em duo com Paisiel ao disco em nome próprio, das colaborações com HHY & The Macumbas ou Black Bombaim, passando pelos encontros no exterior com Burnt Friedman, GNOD, o percussionista africano Omutaba e o mestre peruano Manongo Mujica, pouco tem sido o tempo que o percussionista e construtor de gongos tem tido para parar. Daí que o desafio para esta que, dizem, se tornou uma bela história de amor, tenha vindo da editora-mãe: Lovers & Lollypops. A ideia era ver apenas um concerto de Tomaga, banda de Valentina Magaletti, mas a química, sedimentada pela noite boémia do Porto, foi imediata. E é dela que se forja “The Golden Path”, disco lançado sob a insígnia CZN. Nocturno, visceral, errático, imersivo, este “caminho dourado” por que ambos nos guiam, recoloca a música e o seu papel histórico no centro da espiritualidade humana: unindo o instinto com a disciplina, a realidade com o sonho, o finito e o eterno.

Em 2019, o duo transforma-se em trio com a entrada de Leon Marks para a gravação e Commutator, o mais recente disco do colectivo. Numa sucessão de avanços seguros e hesitações clínicas sobre sons ambientais, Commutator é mais do que um tento novo para cada um dos músicos que dele fazem parte; é um documento de valor perene, esdrúxulo e com vida própria.

8 set.
23:30
Coliseu Micaelense
Sereias
Sereias @ Coliseu Micaelense

Enquanto o país arde de tédio, as Sereias mergulham de vez no jazz-punk que promete ser hino de uma campanha que urge trazer para as ruas. No centro a poesia mordaz de A. Pedro Ribeiro, poeta maldito, anarquista, ex-candidato a Presidente da República, em choque constante com os ambientes turvos, electrónicos e imersivos dos mascadores sónicos que o acompanham. Em disco colocaram o “País a Arder”, atirando-nos, num só golpe, para o divã. E como o Portugal artístico precisava disso! Este é um tratado político, social e filosófico, num tempo em que tudo isso corresponde a uma afronta ao “status quo”, ao grande mestre. Escrito com uma violência enganadora, nas entrelinhas da provocação, na epiderme de uma couraça onde se pode bater à vontade. Não só nas letras, mas também na música. Neste formato avantgarde, punk, free jazz e post-rock que provoca a erupção voluntária de sentidos, na liberdade da execução e na negação dessa mesma postura convencional. Uma (in)disciplina “zappliana” que nos leva para os territórios de This Heat, Pere Ubu ou The Fall. E se o disco representa uma audácia aviltante nessa multiplicidade de perfis, a “praxis” ao vivo é não só direta, intempestiva como canibal e exasperante. O equilíbrio mantém-se à base dos extremos e tão desconfortáveis no palco se parecem, que acabam por manter o foco no público.

9 set.
10:00
Localização Secreta
Tremor Todo-o-Terreno: Luís Senra, Sofia Caetano e PMDS
Tremor Todo-o-Terreno: Luís Senra, Sofia Caetano e PMDS @ Localização Secreta

Inscrição obrigatória

Cada portador de bilhete "Tremor - Passe Geral", apenas se pode registar numa sessão. Caso se registe em mais do que uma, apenas o primeiro registo será válido, sendo os restantes cancelados.

10:00 - 9th September 

O som enleia e guia-nos, entre a luz e a escuridão, viajando pelo tempo da natureza dos nossos reflexos.

No seu regresso, o Tremor volta a afirmar-se como um evento de pessoas, caras e comunidades, uma missão que se reflete também no reforço da presença de artistas açorianos. Um desses espaços será o Tremor Todo-o-Terreno, este ano entregue à artista multimédia Sofia Caetano, ao projecto de piano e electrónica PMDS, e ao saxofonista, improvisador e performer Luís Senra. Em conjunto, imaginarão uma experiência plástica e sónica desenvolvida para um trilho pedestre específico, que culminará numa apresentação, ao vivo, na natureza.

Sofia Caetano vive e trabalha entre Pittsburgh, nos EUA, e os Açores, em Portugal. Licenciou-se em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e completou o Master of Fine Arts em Media Art na Emerson College, em Boston, nos EUA, onde mais tarde leccionou. Em 2016, juntou-se a Elliot Sheedy e fundou uma produtora, The Spectacular House, onde produz conteúdos originais. Actualmente, está a desenvolver a sua primeira longa-metragem, O Homem Mais Feliz. O seu trabalho centra-se na relação da imagem em movimento com o espectador. Explora o espaço entre a bidimensionalidade do ecrã e a tridimensionalidade da sua relação com a instalação, investigando forma e modos de apresentação.

Luís Senra é um saxofonista e free improviser micaelense, natural de Rabo de Peixe,  que tem vindo a desenvolver performances onde o foco principal é a exploração do som, das particularidades acústicas do saxofone e da forma como ele se relaciona com diferentes espaços naturais e urbanos. Desde 2017 tem estado envolvido em diversos projectos que experimentam as capacidades de diálogo da música. Como performer integrou a programação  do MIA – Encontro de Música Improvisada de Atouguia da Baleia, do Serralves em Festa, do Azores Fringe Festival e do Improv Acción. Em 2019, deu o arranque do Ciclo Performativo "Geometria Sónica" promovido pelo Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas e participou nos álbuns Cowboy Microwave Music de Elliot Sheddy e Prima Pratica da Creative Sources Recordings, ao lado de músicos como Ernesto Rodrigues, Gianna de Toni, Biagio Verdolini e Luis Couto. 

PMDS é um projecto de música electrónica ambient/techno/experimental de Pedro Sousa e Filipe Caetano. O primeiro com formação clássica em piano e o segundo com muitos quilómetros de pistas de dança; ambos com uma paixão (des)controlada por equipamento analógico, sintetizadores e gadjets sonoros. Lançaram o primeiro álbum em 2011 pela editora portuguesa Thisco e fizeram uma digressão por várias cidades portuguesas. No currículo do projecto integram-se ainda a colaboração para a criação de um tema para o Vide-O-Belisk de Nam June Paik a ser mostrado no Museu Brooks em Memphis.  Neste momento estão a preparar o segundo álbum, apostando numa sonoridade mais industrial. 

9 set.
16:00
Localização Secreta
Tremor Todo-o-Terreno: Luís Senra, Sofia Caetano e PMDS
Tremor Todo-o-Terreno: Luís Senra, Sofia Caetano e PMDS @ Localização Secreta

Inscrição obrigatória

Cada portador de bilhete "Tremor - Passe Geral", apenas se pode registar numa sessão. Caso se registe em mais do que uma, apenas o primeiro registo será válido, sendo os restantes cancelados.

16:00 - 9th September 

O som enleia e guia-nos, entre a luz e a escuridão, viajando pelo tempo da natureza dos nossos reflexos.

No seu regresso, o Tremor volta a afirmar-se como um evento de pessoas, caras e comunidades, uma missão que se reflete também no reforço da presença de artistas açorianos. Um desses espaços será o Tremor Todo-o-Terreno, este ano entregue à artista multimédia Sofia Caetano, ao projecto de piano e electrónica PMDS, e ao saxofonista, improvisador e performer Luís Senra. Em conjunto, imaginarão uma experiência plástica e sónica desenvolvida para um trilho pedestre específico, que culminará numa apresentação, ao vivo, na natureza.

Sofia Caetano vive e trabalha entre Pittsburgh, nos EUA, e os Açores, em Portugal. Licenciou-se em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e completou o Master of Fine Arts em Media Art na Emerson College, em Boston, nos EUA, onde mais tarde leccionou. Em 2016, juntou-se a Elliot Sheedy e fundou uma produtora, The Spectacular House, onde produz conteúdos originais. Actualmente, está a desenvolver a sua primeira longa-metragem, O Homem Mais Feliz. O seu trabalho centra-se na relação da imagem em movimento com o espectador. Explora o espaço entre a bidimensionalidade do ecrã e a tridimensionalidade da sua relação com a instalação, investigando forma e modos de apresentação.

Luís Senra é um saxofonista e free improviser micaelense, natural de Rabo de Peixe,  que tem vindo a desenvolver performances onde o foco principal é a exploração do som, das particularidades acústicas do saxofone e da forma como ele se relaciona com diferentes espaços naturais e urbanos. Desde 2017 tem estado envolvido em diversos projectos que experimentam as capacidades de diálogo da música. Como performer integrou a programação  do MIA – Encontro de Música Improvisada de Atouguia da Baleia, do Serralves em Festa, do Azores Fringe Festival e do Improv Acción. Em 2019, deu o arranque do Ciclo Performativo "Geometria Sónica" promovido pelo Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas e participou nos álbuns Cowboy Microwave Music de Elliot Sheddy e Prima Pratica da Creative Sources Recordings, ao lado de músicos como Ernesto Rodrigues, Gianna de Toni, Biagio Verdolini e Luis Couto. 

PMDS é um projecto de música electrónica ambient/techno/experimental de Pedro Sousa e Filipe Caetano. O primeiro com formação clássica em piano e o segundo com muitos quilómetros de pistas de dança; ambos com uma paixão (des)controlada por equipamento analógico, sintetizadores e gadjets sonoros. Lançaram o primeiro álbum em 2011 pela editora portuguesa Thisco e fizeram uma digressão por várias cidades portuguesas. No currículo do projecto integram-se ainda a colaboração para a criação de um tema para o Vide-O-Belisk de Nam June Paik a ser mostrado no Museu Brooks em Memphis.  Neste momento estão a preparar o segundo álbum, apostando numa sonoridade mais industrial. 

9 set.
18:00
Miradouro das Capelas
Tremor na Estufa
Tremor na Estufa @ Miradouro das Capelas

É uma aventura: o público é convidado a embarcar numa viagem que o leva a um local secreto na ilha de São Miguel, para um concerto surpresa. Os participantes são informados da localização no próprio dia, podendo chegar de meios próprios ou autocarro . Aconselha-se a levar guarda-chuva, casaco, capa para a chuva e calçado confortável. É obrigatório portar identificação, e é expressamente proibido beber e fumar nos lugares, bem como trazer alimentos e bebidas. A entrada será sujeita a revista. Todos os dias, às 11:00 da manhã será revelado o horário e local através de todas as plataformas @tremorpdl .  Aconselhamos a partilha de veículos para as deslocações.

9 set.
19:00
Estúdio 13
Performance - Phobos - Orquestra robótica disfuncional, por Sonoscopia
Performance - Phobos - Orquestra robótica disfuncional, por Sonoscopia @ Estúdio 13

Performance ao vivo

Phobos é um conjunto de pequenos robots e dispositivos de geração automática de música que se agregam numa Orquestra Robótica Disfuncional, uma orquestra de estranhos instrumentos com defeitos, mutações genéticas e comportamentos errantes.

Phobos representa uma crítica da sobreposição tecnológica ao pensamento humano, da função do trabalho e das modernas formas de escravidão, fazendo também uma retrospetiva histórica das várias tentativas de libertação humana através das máquinas, das utopias tecnológicas, dos avanços e retrocessos das liberdades. O seu nome provém da mitologia grega, onde Phobos é a encarnação do medo, sendo também o nome da maior lua de Marte, condenada a desaparecer devido à proximidade da sua órbita em relação ao planeta.

9 set.
21:00
Teatro Micaelense
Mário Raposo
Mário Raposo @ Teatro Micaelense

Músico e compositor autodidata nascido em S.Miguel, Mário Raposo faz música com sintetizadores desde os anos 90, abarcando influências do jazz, música clássica, new age, electrónica e a arte da banda sonora. Ainda nessa década integrou o duo Art & Soul e fez arranjos em discos de figuras proeminentes da música açoriana como Aníbal Raposo e Luís Alberto Bettencourt, bem como composições para documentários e publicidade. Com uma discografia assinalável desde 2007, Mário Raposo apresenta pela primeira vez em nome próprio alguns temas do seu repertório num cruzamento entre o new age, a música ambiental e estéticas comummente associadas ao mundo da ficção científica.

9 set.
22:00
Coliseu Micaelense
InSeCureFrank
InSeCureFrank @ Coliseu Micaelense

InSeCureFrank é um cantautor, poeta e videoartista nascido em 1993 sob o brilho telúrico das ilhas atlânticas dos Açores. Mudou-se de Lisboa para Londres em 2014 e, desde então, estabeleceu a sua prática no Reino Unido. A poética da sua obra retrata os esforços sociais e políticos de um mundano não binário aliado às luzes sombrias melancólicas de Londres. Na música de Frank, a vulnerabilidade é a receita e o catalisador para uma mudança iminente catapultada por uma jornada de multiplicidade na busca perpétua de significado. InSeCureFrank prepara-se para editar Loose Dog Loves, novo LP gravado na Ilha de São Miguel no âmbito de uma Residência Artística no Museu Carlos Machado.

9 set.
23:30
Coliseu Micaelense
Vanishing Twin
Vanishing Twin @ Coliseu Micaelense

Quando o imunologista A. David Napier chegou a uma das suas mais fundamentais crenças editou The Age Of Immunology, um livro onde deixava claro que a ideia de que a sobrevivência só poderia ser conquistada pela eliminação do “não próprio” se tinha alastrado, perigosamente, para fora do universo da medicina, infectando tudo ao seu caminho. Para os Vanishing Twin, a expressão (que dá nome ao disco de estreia) nasce da desilusão. Quinteto composto por elementos da Bélgica, Japão, Itália, França e América, a banda que, desde 2015 opera a partir de Londres, não podia ficar calada perante a eminência do endurecimento das fronteiras do país que escolheram para viver. The Age Of Immunology, lançado pela Fire Records, é, assim, mais do que uma criação musical, um disco com olhar atento às incertezas criadas pelo populismo crescente no velho continente uma banda sonora para aqueles que acreditam no sonho plurista, que abraça o outro e aprende com ele. É-o não só nas letras, cantadas nas línguas maternas dos seus membros, mas também em composições com referências a Sun Ra, Morricone, a Jean-Claude Vannier ou Stereolab. Os Vanishing Twin são Cathy Lucas (voz), Valentina Magaletti (bateria), Susumu Mukai (baixo), Phil M.F.U. (nos “barulhos estranhos”) e Elliott Arndt (flauta e percussão).

10 set.
10:00
Localização Secreta
Tremor Todo-o-Terreno: Luís Senra, Sofia Caetano e PMDS
Tremor Todo-o-Terreno: Luís Senra, Sofia Caetano e PMDS @ Localização Secreta

Inscrição obrigatória

Cada portador de bilhete "Tremor - Passe Geral", apenas se pode registar numa sessão. Caso se registe em mais do que uma, apenas o primeiro registo será válido, sendo os restantes cancelados.

10:00 - 10th September 

O som enleia e guia-nos, entre a luz e a escuridão, viajando pelo tempo da natureza dos nossos reflexos.

No seu regresso, o Tremor volta a afirmar-se como um evento de pessoas, caras e comunidades, uma missão que se reflete também no reforço da presença de artistas açorianos. Um desses espaços será o Tremor Todo-o-Terreno, este ano entregue à artista multimédia Sofia Caetano, ao projecto de piano e electrónica PMDS, e ao saxofonista, improvisador e performer Luís Senra. Em conjunto, imaginarão uma experiência plástica e sónica desenvolvida para um trilho pedestre específico, que culminará numa apresentação, ao vivo, na natureza.

Sofia Caetano vive e trabalha entre Pittsburgh, nos EUA, e os Açores, em Portugal. Licenciou-se em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e completou o Master of Fine Arts em Media Art na Emerson College, em Boston, nos EUA, onde mais tarde leccionou. Em 2016, juntou-se a Elliot Sheedy e fundou uma produtora, The Spectacular House, onde produz conteúdos originais. Actualmente, está a desenvolver a sua primeira longa-metragem, O Homem Mais Feliz. O seu trabalho centra-se na relação da imagem em movimento com o espectador. Explora o espaço entre a bidimensionalidade do ecrã e a tridimensionalidade da sua relação com a instalação, investigando forma e modos de apresentação.

Luís Senra é um saxofonista e free improviser micaelense, natural de Rabo de Peixe,  que tem vindo a desenvolver performances onde o foco principal é a exploração do som, das particularidades acústicas do saxofone e da forma como ele se relaciona com diferentes espaços naturais e urbanos. Desde 2017 tem estado envolvido em diversos projectos que experimentam as capacidades de diálogo da música. Como performer integrou a programação  do MIA – Encontro de Música Improvisada de Atouguia da Baleia, do Serralves em Festa, do Azores Fringe Festival e do Improv Acción. Em 2019, deu o arranque do Ciclo Performativo "Geometria Sónica" promovido pelo Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas e participou nos álbuns Cowboy Microwave Music de Elliot Sheddy e Prima Pratica da Creative Sources Recordings, ao lado de músicos como Ernesto Rodrigues, Gianna de Toni, Biagio Verdolini e Luis Couto. 

PMDS é um projecto de música electrónica ambient/techno/experimental de Pedro Sousa e Filipe Caetano. O primeiro com formação clássica em piano e o segundo com muitos quilómetros de pistas de dança; ambos com uma paixão (des)controlada por equipamento analógico, sintetizadores e gadjets sonoros. Lançaram o primeiro álbum em 2011 pela editora portuguesa Thisco e fizeram uma digressão por várias cidades portuguesas. No currículo do projecto integram-se ainda a colaboração para a criação de um tema para o Vide-O-Belisk de Nam June Paik a ser mostrado no Museu Brooks em Memphis.  Neste momento estão a preparar o segundo álbum, apostando numa sonoridade mais industrial. 

10 set.
16:00
Localização Secreta
Tremor Todo-o-Terreno: Luís Senra, Sofia Caetano e PMDS
Tremor Todo-o-Terreno: Luís Senra, Sofia Caetano e PMDS @ Localização Secreta

Inscrição obrigatória

Cada portador de bilhete "Tremor - Passe Geral", apenas se pode registar numa sessão. Caso se registe em mais do que uma, apenas o primeiro registo será válido, sendo os restantes cancelados.

16:00 - 10th September 

O som enleia e guia-nos, entre a luz e a escuridão, viajando pelo tempo da natureza dos nossos reflexos.

No seu regresso, o Tremor volta a afirmar-se como um evento de pessoas, caras e comunidades, uma missão que se reflete também no reforço da presença de artistas açorianos. Um desses espaços será o Tremor Todo-o-Terreno, este ano entregue à artista multimédia Sofia Caetano, ao projecto de piano e electrónica PMDS, e ao saxofonista, improvisador e performer Luís Senra. Em conjunto, imaginarão uma experiência plástica e sónica desenvolvida para um trilho pedestre específico, que culminará numa apresentação, ao vivo, na natureza.

Sofia Caetano vive e trabalha entre Pittsburgh, nos EUA, e os Açores, em Portugal. Licenciou-se em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e completou o Master of Fine Arts em Media Art na Emerson College, em Boston, nos EUA, onde mais tarde leccionou. Em 2016, juntou-se a Elliot Sheedy e fundou uma produtora, The Spectacular House, onde produz conteúdos originais. Actualmente, está a desenvolver a sua primeira longa-metragem, O Homem Mais Feliz. O seu trabalho centra-se na relação da imagem em movimento com o espectador. Explora o espaço entre a bidimensionalidade do ecrã e a tridimensionalidade da sua relação com a instalação, investigando forma e modos de apresentação.

Luís Senra é um saxofonista e free improviser micaelense, natural de Rabo de Peixe,  que tem vindo a desenvolver performances onde o foco principal é a exploração do som, das particularidades acústicas do saxofone e da forma como ele se relaciona com diferentes espaços naturais e urbanos. Desde 2017 tem estado envolvido em diversos projectos que experimentam as capacidades de diálogo da música. Como performer integrou a programação  do MIA – Encontro de Música Improvisada de Atouguia da Baleia, do Serralves em Festa, do Azores Fringe Festival e do Improv Acción. Em 2019, deu o arranque do Ciclo Performativo "Geometria Sónica" promovido pelo Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas e participou nos álbuns Cowboy Microwave Music de Elliot Sheddy e Prima Pratica da Creative Sources Recordings, ao lado de músicos como Ernesto Rodrigues, Gianna de Toni, Biagio Verdolini e Luis Couto. 

PMDS é um projecto de música electrónica ambient/techno/experimental de Pedro Sousa e Filipe Caetano. O primeiro com formação clássica em piano e o segundo com muitos quilómetros de pistas de dança; ambos com uma paixão (des)controlada por equipamento analógico, sintetizadores e gadjets sonoros. Lançaram o primeiro álbum em 2011 pela editora portuguesa Thisco e fizeram uma digressão por várias cidades portuguesas. No currículo do projecto integram-se ainda a colaboração para a criação de um tema para o Vide-O-Belisk de Nam June Paik a ser mostrado no Museu Brooks em Memphis.  Neste momento estão a preparar o segundo álbum, apostando numa sonoridade mais industrial. 

10 set.
17:00
Jardim da Lagoa Azul
Tremor na Estufa
Tremor na Estufa @ Jardim da Lagoa Azul

 

É uma aventura: o público é convidado a embarcar numa viagem que o leva a um local secreto na ilha de São Miguel, para um concerto surpresa. Os participantes são informados da localização no próprio dia, podendo chegar de meios próprios ou autocarro . Aconselha-se a levar guarda-chuva, casaco, capa para a chuva e calçado confortável. É obrigatório portar identificação, e é expressamente proibido beber e fumar nos lugares, bem como trazer alimentos e bebidas. A entrada será sujeita a revista. Todos os dias, às 11:00 da manhã será revelado o horário e local através de todas as plataformas @tremorpdl .  Aconselhamos a partilha de veículos para as deslocações.

10 set.
18:30
Parque de Lazer do Poço Largo
Associação Surdos São Miguel + ondamarela
Associação Surdos São Miguel + ondamarela @ Parque de Lazer do Poço Largo

É já uma parte estrutural do ADN do festival, o encontro, no palco, do projecto ondamarela e da Associação de Surdos de São Miguel. Nas últimas duas edições, pertencem-lhes algumas das imagens e dos momentos mais especiais e emocionantes do festival. Em setembro, voltam a encontrar-se para dar mais um capítulo a este livro de memórias. 

O colectivo ondamarela concebe, desenvolve e implementa projectos artísticos colaborativos. Interessa-lhe, sobretudo, a relação entre um lugar específico, um grupo de pessoas nesse lugar e um gesto artístico construído em partilha. Trabalharam com comunidades em Bragança, Ílhavo, Guimarães (Capital Europeia da Cultura 2012), La Valletta (Capital Europeia da Cultura 2018), Aldeias Históricas de Portugal, entre muitos outros projectos.

A Associação de Surdos da Ilha de São Miguel (ASISM) tem como missão desenvolver e criar estruturas de apoio ao cidadão surdo, garantindo a sua autonomia, individualidade, os seus direitos e a resposta às suas necessidades, actuando de forma integrada sobre factores de exclusão social, encorajando o exercício de uma cidadania activa. Promove actividades de índole cultural, recreativa e artística, e intervém nos média para sensibilizar a opinião pública para a problemática da surdez em todas as vertentes sociais.

10 set.
20:30
Parque de Lazer do Poço Largo
Lena D’Água
Lena D’Água @ Parque de Lazer do Poço Largo

Foi um dos grandes regressos dos últimos anos na música nacional. Depois de integrar um sem número de projectos, do rock ao jazz, de se encontrar no palco com a nova geração da música portuguesa, Lena D'Água entrou em 2019 disposta a dar corpo a uma grande festa. Desalmadamente chegou aos escaparates em Maio, trinta anos depois de Tu Aqui, o último disco em nome próprio. Ao lado da sua nova banda nuclear (construída no esqueleto dos They're Heading West) e com dedo de produção de Mariana Ricardo, Francisca Cortesão, Sérgio Nascimento e Benjamim, o novo disco lança as pistas para um novo olhar sobre a carreira de Lena. As dez canções, compostas por Pedro da Silva Martins dos Deolinda, dessamarram-se de nostalgias e desafiam-nos, sem medo, à (re)descoberta de uma das mais importantes vozes da música portuguesa das últimas décadas.

10 set.
21:45
Parque de Lazer do Poço Largo
Conferência Inferno
Conferência Inferno @ Parque de Lazer do Poço Largo

Nascido em percursos por Portugal, mas nidificado no Porto, o trio composto por Francisco Lima, Raul Mendiratta e José Miguel Silva é mais uma das provas da criatividade e cooperação que se inscrevem, por estes dias, em diversas zonas da Invicta. Entre Bazar Esotérico, cerimónia de introdução para as urgências do post-punk deste colectivo, e Ata Saturna, o LP de estreia lançado no início deste ano, caminharam pelas ruas das suas, das nossas, cidades, registrando as suas rotinas, as histórias e quadros de populações atomizadas. Do caminho fizeram temas que descrevem o surgimento de um outro messias, com novas niilistas embaladas em melodias simples de feeling retrofuturista. Gritemos com eles: ‘o apocalipse já aconteceu, a sina cumpriu-se, a anarquia conteve-se, o amanhã não é promessa, a ansiedade é perpétua, o Sol nunca nasce aqui.’ 

10 set.
23:00
Parque de Lazer do Poço Largo
Sensible Soccers
Sensible Soccers @ Parque de Lazer do Poço Largo

São uma das mais consistentes e apreciadas bandas portuguesas contemporâneas. Começaram o caminho em 2011 com um primeiro EP, onde nos convidavam à viagem pelo seu universo salpicado de melancolia. Daí partiram para 8 e Villa Soledad, discos em que afirmaram o seu gosto por temas que fogem ao formato tradicional de canção, assentes em estruturas e arranjos em progressão. Regressaram, em 2019, com renovada formação, num novo espaço criativo, onde se abrem, de forma mais clara, às melodias pop e à dança. No arranque de uma nova Aurora (o quinto disco que os catapultou – novamente - para os tops nacionais) voltam a experimentar-se pela diversidade estética com que constroem os seus temas.

11 set.
14:00
Jardim António Borges
Mini Tremor - Sonoscopia - INsono: O ouvido secreto das plantas
Mini Tremor - Sonoscopia - INsono: O ouvido secreto das plantas @ Jardim António Borges

Das 14:00 às 16:00
Entrada livre

O ouvido secreto das plantas é uma instalação sonora e um percurso onde se descobrem no jardins botânico, os sons envolventes e os sons de que o silêncio é feito.

O que ouvem as plantas? Na sua calma e silêncio, as plantas escutam pacientemente os sons circundantes. Nas cidades, a auréola sonora é rica e abundante em sons fabricados pelos humanos. Mas há ainda os sons naturais, das folhas das árvores, dos pássaros, da chuva e do vento, que timidamente teimam em persistir no tempo. E é nos jardins urbanos que muitas vezes nos apercebemos da beleza dos sons, é aqui que aprendemos a parar e escutar, tal como o fazem as plantas, e a perceber qual é o nosso lugar no mundo.

11 set.
15:00
Jardim António Borges
Mini Tremor - Aviões de Papel, por Estúdio 13
Mini Tremor - Aviões de Papel, por Estúdio 13 @ Jardim António Borges

Entrada livre

Da autoria do coletivo Estúdio 13, Aviões de Papel é um espetáculo de dança contemporânea com uma forte componente performativa, para crianças a partir dos 4 anos, que tem como ponto de partida o livro nas suas diferentes formas de utilização. Uma viagem onde o livro tanto é um objeto físico, como um guardador de palavras soltas, um mapa, um instrutor ou mesmo criador de sensações ou personagens. Numa era fortemente digital, esta atividade pretende criar de uma forma lúdica e artística uma aproximação à leitura.

11 set.
16:00
Pinhal da Paz
Um plano espelhado no chão, por berru
Um plano espelhado no chão, por berru @ Pinhal da Paz

«A era ecológica em que nos encontramos - quer gostemos ou não, quer o reconheçamos ou não - torna necessário uma procura revolucionária pela filosofia, a política e a arte. a própria ideia de que “estamos numa era” é questionável. Estamos no Antropoceno, mas ao mesmo tempo essa era “está” num momento de duração ainda mais longa. 

O que é o presente? Como pode ele ser pensado? O que é a presença?A consciência ecológica força-nos a pensar e a sentir em múltiplas escalas, escalas estas que desorientam os conceitos normativos como o “presente”, “a vida” e “o humano”, “a natureza”, “a coisa”, “ o pensamento” e “a lógica”.»

Timothy Morton

11 set.
17:00
Pinhal da Paz
Samuel Martins Coelho
Samuel Martins Coelho @ Pinhal da Paz

A utilização da palavra viagem não é nova quando falamos do trabalho que Samuel Martins Coelho. Depois de uma longa carreira a integrar projectos colectivos de personalidade multiversa, da improvisação pós-modernista de Space Ensemble e MODS Collective, ao trabalho com diversas companhias de teatro como instrumentista e compositor, estreou-se, em 2019, Partita para violino solo, um disco onde se reencontra com o instrumento em que se formou como músico e que usou como espaço para se reconciliar como homem. Em 2021, num movimento perpétuo de sucessão e superação, editou Cura, um registo sobre a descoberta, a reinvenção e a surpresa.

11 set.
18:00
Pinhal da Paz
Kazän
Kazän @ Pinhal da Paz

Punk cru com origem na Ilha Terceira, os Kazän são uma das estreias insulares mais pesadas da edição deste ano do Tremor. Entre a dose certa de loucura inerente à insularidade e a evocação da identidade vulcânica açoriana (de onde muito certamente retiram o nome, Kazän significa vulcão em japonês), o coletivo açoriano propõe-se usar o rock como arma de transformação. Composta por ex-membros de bandas como Punkrias, Roädscüm, Mufasa, Resposta Simples, Anomally ou Abutre, os Kazän editaram em, 2019, o seu primeiro EP. Música que agora se ouve, pela primeira vez, em São Miguel.

11 set.
19:00
Pinhal da Paz
Casper Clausen
Casper Clausen @ Pinhal da Paz

Irrequieto e em constante ebulição criativa, Casper Clausen, líder da emblemática banda Efterklang e do projeto adjacente Liima, lançou, no arranque deste ano, o seu primeiro álbum solo Better Way. Nesta sua  primeira aventura, mostra-nos um novo senso de engenhosidade e exploração musical, sem restrições por formatos, géneros e objetivos coletivos. Um álbum caleidoscópico que trilha novos terrenos, transformando texturas densas e redemoinhos de som em contos de amor e alienação.

Ao longo das suas oito faixas de exploração cintilante, Clausen canaliza humores e sons com uma liberdade desenfreada, otimismo e liberdade curiosa, tocando em elementos de krautrock, pop vanguardista e rock progressivo.

Profundamente conectadas com a sua passagem por Lisboa, as canções desenharam-se na margem de digressões em que utilizava o seu tempo livre para encontrar inspiração na cena musical local e nas suas deslocações diárias através do Tejo para o seu estúdio em Almada. Uma estreia nos Açores.

11 set.
20:00
Pinhal da Paz
Clã
Clã @ Pinhal da Paz

São um inegável caso de sucesso e transversalidade no quadro da música portuguesa da actualidade. Mais de 25 anos depois da sua primeira subida a palco renovam, a cada edição discográfica, o seu compromisso com o rigor, na música, na voz, na letra e na inconfundível energia que transportam para o palco. Véspera, o mais recente LP, chegou na primavera de 2020, pronto para romper com oásis a estranheza dos tempos em que habitamos. Depois de “tomar conta'' das rádios e dos tops nacionais, o disco chega aos palcos, numa digressão em que a banda dá corpo e músculo às novas canções, mas traz também outros temas e clássicos que fazem parte da sua (nossa) história dos Clã.

11 set.
21:30
Pinhal da Paz
Dirty Coal Train
Dirty Coal Train @ Pinhal da Paz

Quando olhamos para o currículo recente dos The Dirty Coal Train, facilmente percebemos que, em cenário normal, seria difícil encontrar um fim de semana do ano em que não estivessem no palco. De clubes a varandas, de vãos de escadas a bares de motoqueiros ou grandes festivais, é lá que o Dirty Coal Train se sentem confortáveis. Power trio de inspiração DIY, criado pelo casal Ricardo Ramos e Beatriz Rodrigues, são uma das bandas mais produtivas e trabalhadoras no universo nacional, sem que isso os faça perder a forma honesta com que se agarram ao rock and roll. Desde a apresentação do primeiro EP, Killer Brains From Venus, em 2012, lançaram mais de 14 discos, acompanhados por extensas tournées, dentro e fora das fronteiras portuguesas. Inspirados pelos filmes de série B e o punk dos anos 60, suas canções são habitadas por zombies, seres intergalácticos, feiticeiros vudu e paisagens de aventuras por mundos imaginários. Primitive, seu álbum mais recente, é um dos vários motivos que nos levam a eles.

11 set.
22:30
Pinhal da Paz
Ferro Gaita
Ferro Gaita @ Pinhal da Paz

Não é novo o nosso gosto pelo funaná. Devedor de ritmos populares portugueses (e oriundos de outros de países europeus), assim como de músicas ancestrais africanas, é uma espécie de “crioulo” musical que apela à dança no seu estado mais natural, terreno e primário. Música de festa ligada à alma atlântica de um povo, une os centros urbanos à periferia, refletindo, não raras vezes, a vida, o sofrimento, a alegria ou a realidade sócio-política dos que o interpretam. É, ao lado da morna, da coladeira e do batuque, uma mais difundidas marcas culturais cabo-verdianas. É neste universo de música e nomes que são hoje referências mundiais que encontramos estes Ferro Gaita, embaixadores (ao lado de uns Bulimundo ou Finaçon) de uma herança que se faz de engenho, emoção, sensualidade e visceralidade. Fundu Baxu, Rei di Tabanka ou Rei di Funaná serão alguns dos eixos que marcarão, nos Açores, mais uma viagem ao lado mais cru e vibrante deste jogo inebriante entre o ferro e a gaita.

11 set.
23:45
Pinhal da Paz
Kelman Duran
Kelman Duran @ Pinhal da Paz

Oriundo da República Dominicana, Kelman Duran mora e trabalha a partir de Los Angeles. A sua música é uma fusão ardente de ritmos afro-caribenhos com uma inclinação política. Uma das principais inspirações para o seu trabalho é a revolução haitiana, que teve um grande impacto no seu álbum de estreia de reggaeton etéreo, 1804 KIDS.

  • Angélica Salvi

    Angélica Salvi

  • Associação Surdos São Miguel + ondamarela

    Associação Surdos São Miguel + ondamarela

  • Beatriz Brum + João Pais Filipe

    Beatriz Brum + João Pais Filipe

  • berru

    berru

  • Casper Clausen

    Casper Clausen

  • Clã

    Clã

  • CZN

    CZN

  • Conferência Inferno

    Conferência Inferno

  • Débora Silva + Slim Soledad

    Débora Silva + Slim Soledad

  • Dirty Coal Train

    Dirty Coal Train

  • Escola de Música de Rabo de Peixe + Jerry the Cat

    Escola de Música de Rabo de Peixe + Jerry the Cat

  • Estúdio 13

    Estúdio 13

  • Ferro Gaita

    Ferro Gaita

  • Filho da Mãe + Norberto Lobo + Ricardo Martins

    Filho da Mãe + Norberto Lobo + Ricardo Martins

  • Gregory Le Lay

    Gregory Le Lay

  • InSeCureFrank

    InSeCureFrank

  • João Pais Filipe

    João Pais Filipe

  • Kazän

    Kazän

  • Kelman Duran

    Kelman Duran

  • Ko Shin Moon

    Ko Shin Moon

  • Larry Gus

    Larry Gus

  • Lena D’Água

    Lena D’Água

  • Luís Gil Bettencourt

    Luís Gil Bettencourt

  • Luís Senra + PMDS + Sofia Caetano

    Luís Senra + PMDS + Sofia Caetano

  • Mário Raposo

    Mário Raposo

  • Samuel Martins Coelho

    Samuel Martins Coelho

  • Sensible Soccers

    Sensible Soccers

  • Sereias

    Sereias

  • Solar Corona

    Solar Corona

  • Sonoscopia

    Sonoscopia

  • Vanishing Twin

    Vanishing Twin

  • Epicentro: Promessa

    Epicentro: Promessa

  • UniTremor

    UniTremor

  • Mini Tremor

    Mini Tremor

  • Residências Artísticas

    Residências Artísticas

  • Tremor na Estufa

    Tremor na Estufa

  • Tremor Todo-o-Terreno

    Tremor Todo-o-Terreno

  • Mobilidade e Sustentabilidade

    Mobilidade e Sustentabilidade

  • Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas

    Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas

  • Coliseu Micaelense

    Coliseu Micaelense

  • Estúdio 13

    Estúdio 13

  • Jardim António Borges

    Jardim António Borges

  • Parque de Lazer do Poço Largo

    Parque de Lazer do Poço Largo

  • Reserva Florestal de Recreio do Pinhal da Paz

    Reserva Florestal de Recreio do Pinhal da Paz

  • Teatro Micaelense

    Teatro Micaelense

  • vaga

    vaga

  • Pa lábáçar

    Comes e bebes
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    Bota sentido

    Workshops 
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    Teso de marreta

    Atividades radicais
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    Consola a ver  

    Contemplação 
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    Guinda páiágua

    Mergulhos
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    Pa não embusiás

    Outras atividades
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    Quando acontece o Tremor 2021?
    O Tremor 2021 decorre de 7 a 11 de Setembro, na ilha de São Miguel, nos Açores.

    Como chegar ao Tremor?
    São Miguel fica à distância de um voo de duas horas, a partir de Lisboa ou do Porto; e de um voo de seis horas, desde Boston.
    O Aeroporto João Paulo II, em Ponta Delgada, está apenas a dez minutos do centro da cidade e é servido por várias companhias aéreas nacionais com voos de conexão directos. 

    Onde posso comprar bilhetes para o Tremor?
    De momento os bilhetes gerais estão esgotados. Contudo estão disponíveis Weekend Passes, que dão acessso à programação de dia 10 de Setembro no Parque de Lazer do Poço Largo em Vila Franca do Campo e dia 11 de Setembro no Pinhal da Paz em Ponta Delgada. Podem ser comprados aqui.

    Quando é comunicado o cartaz final do festival e a distribuição do programa por dias e espaços?
    Nos primeiros meses de 2021.

    Existem restrições de idade?
    O Tremor 2021 é um evento para todas as idades. É permitida a entrada a crianças a partir dos 3 anos, quando acompanhadas pelos pais.  A compra de passe individual é obrigatória a partir dos 12 anos.

    Como funcionam os bilhetes e as pulseiras?
    O passe Tremor deverá ser trocado por uma pulseira oficial para garantir acesso a todas as actividades (com entrada limitada à lotação de cada sala). É conveniente chegar cedo para garantir lugar. Cada sala abre 30 minutos antes da hora do concerto. A pulseira é pessoal e intransmissível e de uso obrigatório.

    A pulseira concede ao titular acesso às actividades, dependendo da capacidade de cada local. A pulseira é pessoal, não transferível e o seu uso é obrigatório. Cada local de concerto abre 30 minutos antes, pelo que aconselha-se a chegar atempadamente.

    Troca de Pulseiras 
    Passe Geral

    12h00 - 20h00
    6 a 11 de Setembro 

    La Bamba Bazar Store
    Rua Manuel da Ponte, 23, Ponta Delgada (12h00-20h00)

    A partir das 20:30 
    07 Set- Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas (20:30 - 23:00)
    08 Set - Coliseu Micaelense (20:30 - 23:00)
    09 Set - Coliseu Micaelense (20:30 - 23:00)
    10 Set - Vila Franca do Campo - Parque de Lazer do Poço Largo  (17:30 - 23:00)
    11 Set - Ponta Delgada - Pinhal da Paz (16:00 - 23:00)

    ​Weekend Pass
    10 Set - Vila Franca do Campo - Parque de Lazer do Poço Largo  (17:30 - 23:00)
    11 Set - Ponta Delgada - Pinhal da Paz (16:00 - 23:00)

    Informação sobre compra e venda de bilhetes a terceiros
    .Os únicos pontos de venda de bilhetes tremor são a bol.pt, os seus pontos aderentes (FNAC, worten, ctt) e a la bamba record store em Ponta Delgada;
    .Os bilhetes gerais para o Tremor são bilhetes que transitaram da edição de 2020, pelo que estes terão sempre na descrição “Tremor 2020” e uma data de emissão anterior a Março de 2020;
    .Em caso de dúvida sobre a validade dos bilhetes adequiridos na bol.pt e restantes pontos aderentes devem contactar a bol pelo número 214 189 031 e confirmar a validade do código de barras;
    .Em caso de duplicação  de bilhetes, o comprador do bilhete original incorre num crime de falsificação. Nestes casos devem ser tomadas as medidas legais em vigor em relação ao indivíduo que permitiu a duplicação;
    .Quando compram um bilhete fora do circuito da bol.pt, FNAC, Worten, CTT e restantes pontos aderentes, devem sempre confirmar a validade dos mesmos com a bol.pt antes de concluírem a compra.

    Qual é a dinâmica do festival? Quanto tempo duram os concertos?
    O Tremor é um festival que convida o espectador a fazer escolhas, a traçar um roteiro artístico entre as diferentes propostas artísticas e a descobrir novos artistas, a ilha e as suas comunidades. É impossível ir a tudo, muitos concertos e actividades acontecem simultaneamente, e desencoraja-se a tentativa de passar por todas as salas de espectáculos para garantir uma experiência mais rica. Cada espaço tem uma lotação limitada, e a sua sobreposição permite ao público ter acesso sempre a algo para ver. Os concertos duram em média 45 minutos, podendo oscilar consoante o artista e o repertório.

    Preciso de alugar um carro?
    Cada um decide o que deve ou não fazer. O carro é de facto o meio de transporte mais indicado para viajar na ilha, contudo há uma escassez de veículos disponíveis nesta época, pelo que poderão usar alternativas como a Carreira Tremor ou car sharing. 
    A Wayzor é a rent-a-car oficial do festival, pelo que todos os portadores de uma pulseira Tremor 2020 têm vantagens na aquisição deste serviço. Condições e reservas a aqui.

    Há serviços de transporte público?
    O aeroporto de Ponta Delgada apenas tem disponível táxis e serviços de rent-a-car. O centro da cidade é servido por um sistema de mini-bus. A ilha é servida por uma rede de transportes que viaja para locais como Sete Cidades, Furnas, Ferraria, Vila Franca do Campo, Nordeste, Povoação, Ribeira Grande, ainda que os horários sejam muito limitados. Mapas de rotas e informações adicionais sobre transporte público estão disponíveis no Posto de Turismo de Ponta Delgada, na Avenida Marginal.

    Há autocarros para os concertos?
    Em 2021 o Tremor irá disponibilizar aos portadores de bilhete um serviço de autocarros em parceria com a Varela. A Carreira Tremor tem as seguintes rotas.

    07 Setembro - Ponta Delgada > Ribeira Grande > Ponta Delgada
    10 Setembro . Ponta Delgada > Vila Franca do Campo > Ponta Delgada
    11 Setembro - Ponta Delgada > Pinhal da Paz > Ponta Delgada
    Informação e Bilhetes

    Tour Epicentro: Promessa 
    Visita às quatro reservas florestais onde estão localizadas as obras da Beatriz Brum e João Pais Filipe - Entrance / in trance (co-production ArtWorks).
    Informação e Bilhetes

    Transfers para Tremor Todo o Terreno
    Informação e Bilhetes (em breve) 

    Onde devo alojar-me?
    A grande parte das actividades do Tremor decorrem em Ponta Delgada, aconselhamos por isso a estadia na cidade. De notar que, a ilha oferece possibilidades incríveis de alojamento, para todos os bolsos e tipos de experiência, que podem ser consultadas na secção DICAS. O festival não dispõe de parque de campismo, no entanto,  a ilha tem diversos parques de campismo que podem ser consultados aqui.

     

    O que é o Tremor Todo-o-Terreno?
    O Tremor Todo-o-Terreno são trilhos pedestres secretos em São Miguel guiados por uma banda sonora composta por Luis Senra, Sofia Caetano e PMDS, terminando com um concerto ao vivo. A participação é sujeita a inscrição, a partir de 1 de Setembro às 10:00 (hora dos Açores). Lotação limitada.

    O que é o Tremor na Estufa?
    O Tremor na Estufa é uma aventura: o público é convidado a embarcar numa viagem que o leva a um local secreto na ilha de São Miguel, para um concerto surpresa. Os participantes são informados da localização no próprio dia, podendo chegar de meios próprios ou autocarro . Aconselha-se a levar guarda-chuva, casaco, capa para a chuva e calçado confortável. É obrigatório portar identificação, e é expressamente proibido beber e fumar nos lugares, bem como trazer alimentos e bebidas. A entrada será sujeita a revista. Todos os dias, às 11:00 da manhã será revelado o horário e local através de todas as plataformas @tremorpdl .  Aconselhamos a partilha de veículos para as deslocações.

    O que é o Mini Tremor?
    Mini Tremor powered by AC Cymbrom, S.A é um programa para miúdos e graúdos com propostas de instalações artísticas, performances, jam sessions de dança e música e uma demonstração de skate, a decorrer no Jardim António Borges em Ponta Delgada.  A entrada é livre, mediante a lotação dos espaços.

    O que é o Epicentro: Promessa?
    Epicentro: Promessa é uma exposição site-specific desenhada para a Ilha de São Miguel, com curadoria do Tremor, que apresenta músicos, artistas visuais e sonoros dos Açores e além-mar. A ser inaugurada durante as datas do festival, a exposição integra trabalhos do colectivo berru, das duplas Débora Silva e Slim Soledad, João Pais Filipe e Beatriz Brum (com co-produção da Artworks), Gregory Le Lay e da Sonoscopia. 

    8 a 11 de Setembro: 
    Horário:

    Coliseu Micaelense: 11:00 - 20:00
    Vaga: 11:00 - 20:00
    Estúdio 13: 11:00 - 20:00
    Parques Florestais: 09:00 - 19:00 
    Pinhal da Paz: 09:00 - 19:00

    Entrada Livre

    Existe alguma actividade de entrada livre?
    Sim. Anualmente, o Tremor inclui sempre um rol de atividades de entrada livre acessíveis mediante a lotação do espaço. As actividades de acesso livre para a edição 2021 são:

    Epicentro: Promessa
    Mini Tremor powered by Ac Cymbron 

    Aceitam cartões de crédito ou de débito?
    O pagamento de passes individuais é feito em numerário. Apenas alguns bares e locais aceitam pagamentos com cartões de débito e principais cartões de crédito. O centro de Ponta Delgada e um pouco por toda a ilha dispõe de inúmeros bancos e pontos com caixas ATM.

    Haverá álcool em todos os eventos? É possível fumar no interior?
    A maioria dos locais tem um bar com bebidas disponíveis. No entanto, alguns espaços não servem álcool, nem o seu consumo é permitido nas instalações. O mesmo se aplica a fumar, que varia de um lugar para o outro. As regras de cada local estão devidamente sinalizadas.

    E quanto a segurança e necessidades médicas?
    Se precisares de atenção médica, informa um elemento da organização ou um membro da equipa de segurança no local, para que sejam tomadas as devidas providências.

    Posso voluntariar-me para colaborar com o Tremor?
    A anunciar em breve.

    Sou jornalista e quero cobrir o festival, como faço?
    Jornalistas devem contactar a equipa de comunicação do festival, apresentando o meio para o qual escrevem, uma proposta de cobertura do festival e/ou o conteúdo a desenvolver antes, durante ou após o festival. As propostas deverão ser encaminhadas para tremorpress@gmail.com. O número de passes de imprensa é limitado devido à lotação muito pequena do festival.

    Sou artista; tenho uma banda; quero fazer uma proposta de parceria; tive uma ideia para apresentar ao Tremor; tenho um espaço para concertos. Com quem falo?
    Propostas deverão ser dirigidas à equipa de curadoria e organização – info@tremor-pdl.com – até 10 Dezembro anterior ao festival. Cada proponente terá uma resposta de acordo com o programa da direcção artística definido para cada ano, propostas que entrem depois dessa data serão avaliadas para o ano seguinte.

    Cuidados de Saúde 
    O Tremor está atento a todas as recomendações e directrizes que a DGS e as restantes entidades competentes têm dado quanto aos procedimentos a seguir para evitar e prevenir a possível propagação de COVID-19 em eventos. O festival está já a realizar as diligências necessárias para, durante o evento, aplicar as regras e recomendações que a DGS e a OMS determinarem, à altura, como sendo as mais adequadas para evitar possíveis contágios. Estas recomendações podem ser consultadas em detalhe no site da instituição, sendo que, à data, as mesmas se prendem, sobretudo, com os cuidados a ter na higienização do espaços. O mesmo site contém ainda recomendações dirigidas aos cidadãos, as quais aconselhamos consulta.

    Ainda não encontraste uma resposta para a tua pergunta?
    Se precisares de mais informações ou tiveres dúvidas adicionais, consulta a secção “Dicas” ou contacta-nos por e-mail: info@tremor-pdl.com.

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